segunda-feira, 22 de agosto de 2011




Lucas 6.20-26

Sempre pensei que a verdadeira felicidade estivesse relacionada a ter tudo o que queria, ter uma vida tranquila financeiramente e ter a atenção e apreciação das pessoas. Mas conheci Jesus e ele me ensinou o que, a princípio, parecia loucura, mas depois mudou a minha vida.

Jesus afirma que felizes são os que agora são pobres, os que têm fome, choram ou são odiados. Note a palavra “agora”, ela nos lembra que os problemas estão restritos a esta época, porque lá no céu eles não existirão. Jesus quis dizer que quem “agora” sofre é feliz, mesmo com todos os problemas. Se você está cansado das lutas que enfrenta por ser cristão, lembre-se que Jesus disse que isto é felicidade. Ainda não entendeu? Pois bem. Sendo rico ou pobre, viva com contentamento, depender de Deus é melhor do que depender de si mesmo. Quem depende de Deus para tudo sabe que não tem nada por suas próprias forças, mas vive do que Deus dá. Mesmo que seja difícil de ententer guarde isso: Felicidade é estar onde Deus quer que estejamos.

Possuir bens, status, posição social, nada disso vai fazer diferença na eternidade se você não tiver uma experiência real com Deus, o único relacionamento que traz a verdadeira felicidade.

DTA

quarta-feira, 17 de agosto de 2011


” Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.” 1 João 4.8

Enquanto os homens buscam o brilho de suas perfeições, Deus encontra na obscuridade, na integridade e na espiritualidade, pessoas segundo seu coração. Pessoas que renegam suas vontades e priorizam o desejo de Deus para suas vidas, com seus pensamentos voltados em adoração, alegres por serem chamados de filhos, cativados com a segurança que sua presença transmite, voltados para seus conselhos e sua Palavra, buscam sua presença em conversas íntimas e que sim, são respondidas. Elas não querem holofortes ou que seus nomes sejam divulgados pelas ruas, mas sim, trilhar um caminho, mesmo que descalças, na direção que Deus enviar, anunciando o amor e uma oportunidade de vida nova, a oportunidade de compartilhar a alegria que vivenciam.
Mas mesmo sendo pessoas segundo o coração de Deus, elas não deixam de ser humanas. São falhas e nutrem sentimentos que podem levá-las a errar, talvez não em atos, mas em pensamentos. Neste momento, o Pai nos dá a oportunidade de reconhecer esse erro e nos perdoa. E quantas vezes? Quantas vezes Ele sorri para nós e nos oferece a liberdade. As consequências nunca são castigo, mas o resultado de nossos erros. Deus não entra no castigar, mas sim, no perdoar, libertar.
De qualquer forma, acima do que o mundo possa pensar, Deus conhece nosso coração. Nossas palavras não superam o que Ele pode ver, não podem enganá-lo.
Mas por que enganá-lo?
Ele é um pai atencioso, que se preocupa em nos estender a mão para que possamos levantar, Ele ampara nossas fraquezas e nos torna fortes. Ele se preocupou em nos orientar para que não nos afastassemos dele e, ainda assim, nos deu o direito de escolher.
Não é legalismo, é preocupação.
Não é autoridade, é amor.
Não é distante, é próximo .
Não é apenas um Deus, é Pai.



DTA